sábado, 9 de junho de 2018

Um Estanho Numa Terra Estranha Vol. I, de Robert A. Heinlein

Sinopse:

Há vinte e cinco anos, a primeira missão a Marte terminou em tragédia e todos os tripulantes morreram. Mas, na verdade, houve um sobrevivente. 

Nascido na fatídica nave espacial e salvo pelos Marcianos que o criaram e lhe ofereceram uma nova vida, Valentine Michael Smith nunca viu um ser humano até ao dia em que é descoberto por uma segunda expedição a Marte. 

Ao regressar à Terra, vê-se pela primeira vez entre o seu povo. Começa então um percurso de aprendizagem dos códigos sociais e preconceitos da natureza humana, totalmente alienígenas para a usa mente. Nesse processo de descoberta e integração, Valentine irá partilhar com a Humanidade os rituais sagrados que aprendeu em Marte e retribuir com as suas próprias crenças sobre o amor e o sentido da vida. Mas conseguirá alguma vez deixar de se sentir um estranho numa terra estranha? (in Saída de Emergência


Opinião:

Este livro, escrito há tantos anos, prova o quanto o poder da imaginação pode ter a capacidade de percorrer gerações e chegar até nós com uma mensagem profunda, criativa e dinâmica. Esta é a primeira parte. 

É uma história de ficção cientifica bastante boa, onde a ação não é o seu principal foco, mas onde as questões éticas, morais, emocionais e sociais estão bem presentes, sendo o grande motor da narrativa, que nos traz muitas questões interessantes sobre a evolução, a ciência, o Cosmos no seu todo e a importância dos Seres Vivos. 

Personagens complexas, únicas e muito apelativas, todas elas são muito boas, cada qual à sua maneira. Gostei especialmente de Valentine, o individuo que veio de Marte. 

Gostei das descrições, da escrita e da história em si, bem como das personagens. Senti um pouco a falta de mais ação, penso que poderia ter contribuído para um maior sentimento de emoção durante a leitura. Porém, o grande poder deste livro é abordar questões mais existenciais, morais e éticas quanto aos usos científicos e da descoberta do Universo em relação com a sociedade através de uma narrativa muito bem contextualizada e de personagens marcantes. 

A escrita é fluída e lê-se a uma grande velocidade, uma vez que os diálogos também preenchem boa parte da narrativa. Esses diálogos são bastante interessantes. 

Sem dúvida, é de enaltecer a capacidade imaginativa do autor, cujo livro foi publicado na década de 1960, e que conta com muitos mais livros deste género na sua obra literária. Vou querer explorar mais das suas histórias! 

Assim, recomendo a todos os que gostam de Ficção Cientifica e que apreciam uma boa história. 

NOTA (0 a 10):

sábado, 19 de maio de 2018

Caraval, de Stephanie Garber

Sinopse:

Caraval. Lembra-te, é apenas um jogo...

Scarlett Dragna nunca saiu da pequena ilha onde ela e a irmã, Tella, vivem sob a vigilância do seu poderoso e cruel pai. Scarlett sempre teve o desejo de assistir aos jogos anuais de Caraval. Caraval é magia, mistério, aventura. E, tanto para Scarlett como para Tella, representa uma forma de fugirem de casa do pai. 

Quando surge o convite para assistir aos jogos, parece que o desejo de Scarlett se torna realidade. No entanto, assim que chegam a Caraval, nada acontece como esperavam. Legend, o Mestre de Caraval, sequestra Tella, e Scarlett vê-se obrigada a entrar num perigoso jogo de amor, sonhos, meias-verdades e magia, em que nada é o que parece. Realidade ou não, ela dispõe apenas de cinco noites para decifrar todas as pistas que conduzem até à irmã, ou Tella desaparecerá para sempre... (in Goodreads)



Opinião:

Estava à espera de ler este livro desde que saiu. Uma capa maravilhosa, uma sinopse apetitosa. Lembrei-me logo d' O Circo dos Sonhos, de Erin Morgenstern. Pois, lembrei-me aí e durante toda a leitura. Comecei com grande entusiasmo, mas cedo comecei a deixar de o ter. Não me conseguiu cativar. 

As personagens são interessantes, mas a personalidade de Scarlett e a forma como vai contando a história não me cativaram. Achei-a um tanto repetitiva. Também estava à espera de algo mais vindo das outras personagens e a única que realmente me agradou foi o Legend, com todo o mistério em seu redor. Acho que as personagens podiam estar mais desenvolvidas, serem mais complexas. Talvez no segundo volume tal aconteça. 

Em relação ao contexto, a meu ver a autora criou uma história com enorme potencial, que podia ter sido melhor aproveitado. Talvez esperasse mais emoção, mais suspense e algo mais forte. O livro é para um público mais jovem, portanto pode ser por isso que não seja tão "dark" como o contexto pedia. Há algumas partes que estão bem interessantes, mas depois vêm as descrições dos fatos da Scarlett e sente-se alguma futilidade ali no meio de algo que podia ser bem mais complexo e interessante. No entanto, não quero com isto dizer que a história é má. Não! É uma excelente história, mas podia estar melhor. 

As descrições de Caraval são boas e ricas em detalhes que contextualizam bem o ambiente. Gostei desses momentos e achei-os muito bem escritos. Depois, como já referi anteriormente, há as descrições das roupas e isso pareceu-me demasiado. São muitos vestidos, muitos detalhes...Sei que as roupas são importantes para a perceção emocional e dramática de Caraval porque refletem e estado de espírito das personagens e isso tudo, mas mesmo assim, achei-as excessivas. 

Gostei da forma como a história se foi desenrolando e encontrei nisso maturidade. No entanto, esperava um final mais emocionante. Existem partes muito interessantes ao longo da narrativa apesar de não me ter fascinado. Não fiquei seduzida pelo romance entre as personagens e penso que isso também não me deixou ficar agarrada à narrativa. 

Em suma, Caraval é um local mágico, interessante, rico e dinâmico. Podia ter sido melhor explorado, as personagens podiam ser mais maduras e menos irritantes e lamechas, podia haver um desenvolvimento mais complexo, tanto a nível das personagens como da própria história. Recomendo a todos os que gostam deste género de aventuras! 

NOTA (0 a 10): 6

quarta-feira, 16 de maio de 2018

Rogue One - Uma História de Star Wars, de Emilio Laiso

Sinopse: 

É revelada, por fim, uma história crucial na saga Star Wars! Agora em BD, o primeiro "spin-off" inspirado no universo da mítica série Star Wars. Uma aventura que se situa antes dos eventos relatados no filme Star Wars: Episódio IV - Uma Nova Esperança. Rogue One é uma aventura empolgante sobre uma rebelião e sobre a esperança. (in Goodreads)



Opinião:

Este livro tem duas histórias. Aquela do filme, Rogue One - Uma História de Star Wars, e a de como o Capitão Cassian Andor conheceu K-2SO. 

Uma vez que Rogue One é o meu filme favorito do universo de Star Wars, gostei bastante do livro. Foi tudo o que estava à espera que fosse, apesar de esperar, lá bem no fundo, algo mais...alguns detalhes...enfim. Tal não aconteceu. A história está bastante sintetizada aqui nesta banda desenhada, tudo acontece como no filme, mas de modo super rápido o que não me fez sentir aquela emoção do filme. Mas não me desiludiu. 

As personagens estão tal e qual no filme. Jyn Erso é uma rebelde excelente, que no início não o assume ser, mas que depois luta com incrível pujança. Cassian Andor é um capitão dos rebeldes que tem uma missão dupla, o que fá-lo entrar em conflito com os seus sentimentos por Jyn a meio da história...e todas as outras personagens são excelentes. A relação entre o Capitão e o seu robô, K-2SO, também é aqui representada de forma muito interessante. Claro, Darth Vader rouba a cena sempre que aparece. Foi principalmente na última parte que fiquei à espera de mais...Aquela sequência final, dentro dos túneis!!! Tem tão pouco na banda desenhada! 

Em relação à outra história, tenho a referir que gostei bastante de saber como é que Cassian e K-2SO se conheceram e como correu. Tem ação e uma grande dose de amizade. Gostei. 

Ou seja, um livro que se lê num ápice e que vai agradar a todos os fãs de Star Wars. A arte presente na obra é muito bela e cheia de detalhe.

NOTA (0 a 10): 10

sábado, 14 de abril de 2018

A Revelação do Bobo, de Robin Hobb

Sinopse:

Após os acontecimentos de O Assassino do Bobo, cresce a intriga que atinge a vida e o coração de Fitz.

Depois de garantir que nunca mais a deixaria só ou negligenciada, Fitz abandonou a sua filha Abelha para correr para Torre do Cervo a fim de tentar salvar a vida do velho amigo Bobo.  A consequência foi a mais terrível: um ataque à sua casa e o rapto da pequena, que desaparece sem deixar rasto. 

Encontramo-lo neste volume dilacerado entre as obrigações para com o Bobo e o que a consciência lhe exige que faça para tentar recuperar a filha. Mesmo o regresso a Torre do Cervo traz grandes perigos, pois no local onde nasceu e viveu durante muitos anos ainda perdura a sua má fama de Bastardo Manhoso e assassino. O que poderá Fitz fazer para trazer a paz de novo ao seu mundo? (in Edições Saída de Emergência)



Opinião:

Esta é a primeira metade do segundo livro da terceira trilogia da autora Robin Hobb, onde o amado Fitz conta a sua história e a do seu amigo, o Bobo. Não é segredo nenhum para quem segue este blog e para quem me conhece que o Fitz é a minha personagem literária favorita, a par de Locke Lamora, se bem que o Fitz ganha por uns pontinhos. Portanto, foi com grande entusiasmo que comecei a ler este livro, depois de ter lido o primeiro desta saga: O Assassino do Bobo

A Revelação do Bobo começa logo assim que termina o anterior, recuando um pouco uma vez que o primeiro termina com Abelha a narrar e este começa com Fitz como narrador. Como no anterior, a autora dividiu a narração da história pelo Fitz e por Abelha, dando uma dinâmica muito diferente à história em comparação com os livros anteriores, uma vez que, ao lermos a perspetiva de Abelha, muitos aspetos que sempre ficaram por revelar e conhecer acabam por ir sendo desvendados, mesmo  que sejam poucos. 

Fitz continua a ser como só ele sabe ser. Continua a ser único, a ter as suas ideias que não passariam pela cabeça de mais ninguém e continua a ser um amor. Acontecerem momentos neste livro pelos quais não esperava encontrar na história, mas que sempre esperei, no fundo do meu coração, que pudessem acontecer. E foram tão belos! Finalmente, Fitz, finalmente! O Bobo continua a ser o mistério que é, mas agora está a revelar-se e é tão bom! Não fiquei muito surpreendida, porque estava à espera de algo do género, mas fiquei muito contente por poder comprovar algumas das teorias. O Bobo vai ser sempre uma das mais misteriosas e estranhas personagens, no bom sentido. É uma personagem fantástica, completamente. E depois, Abelha. Continua a ser única e muito interessante e espero que apareça ainda mais na segunda metade, porque a parte dela na história é a que mais pistas pode dar sobre toda a grande história por trás de todo este mundo e intriga criado e desenvolvido por Robin Hobb. 

Neste livro há um regresso a casa, um regresso às origens em todos os sentidos. A relação de amizade entre Fitz e o Bobo é o grande pano de fundo da história: o seu passado, a verdadeira identidade do Bobo, e por aí adiante. É daqueles livros que não se pode referir muito sem contar detalhes importantes, sem dar spoilers, portanto não me posso alongar em muitos aspetos. Não quero ser desmancha prazeres! Mas que a história é reveladora, ah!, lá isso é! Apesar de ser uma metade bem pequenina, tem muito sumo, muitos segredos revelados, mais do que toda a saga junta até agora.

A autora continua a criar um ambiente único, bem como uma linha narrativa plena de significado e identidade. Fitz continua a ser espetacular, continua a ser único e fiel a ele mesmo, continua a ser encantador. E Abelha revela-se cada vez mais misteriosa e importante. Quero muito ler a segunda parte, porque esta é fantástica! Como descrições excelentes, um contexto profundo e sem falhas, não há como não gostar do mundo e da linha de ação que Robin Hobb criou. Podem achar que por vezes a narrativa é lenta, que não desenvolve...mas a beleza dela é soberba, tornando-se numa narrativa única e épica.

Em suma, mais uma bela história da autora que nos habituou já a histórias fortes, cheias de intriga, ação e muita, muita emoção. Cada virar de página é um misto de sentimentos e emoções. Recomendo totalmente a todos os apreciadores de grandes histórias. Quero agradecer à editora o facto de ter continuado a apostar na autora, agradeço mesmo muito.

NOTA (0 a 10): 10

sábado, 31 de março de 2018

A Sul da Fronteira, a Oeste do Sol, de Haruki Murakami

Sinopse:

Na primeira semana do primeiro mês do primeiro ano da segunda metade do século XX, ao protagonista, que também faz as vezes de narrador, é dado o nome de Hajime, que significa "início". Filho único de uma normal família japonesa, Hajime vive numa província um pouco sonolenta, como normalmente todas as províncias o são. 

Nos seus tempos de rapazinho faz amizade com Shimamoto, também ela filha única e rapariga brilhante na escola, com quem reparte interesses pela leitura e pela música. Juntos, têm por hábito escutar a coleçao de discos do pai dela, sobretudo "South of The Border, West of the Sun", tema de Nat King Cole, que dá título ao romance.

Mas o destino faz com que os dois companheiros de escola sejam obrigados a separar-se. Os anos passam, Hajime segue a sua vida. A lembrança de Shimamoto, porém, permanece viva, tanto como aquilo que poderia ter sido como aquilo que não foi. De um dia para o outro, vinte anos mais tarde, Shimamoto reaparece certa noite na vida de Hajime. Para além de ser uma mulher de grande beleza e rara intensidade, a sua simples presença encontra-se envolta em mistério. Da noite para o dia, Hajime vê-se catapultado para o passado, colocando tudo o que tem, todo o seu presente em risco. (in Goodreads)



Opinião:

Este é o primeiro livro que leio deste autor. Gostei bastante da escrita, muito fluída, adulta, cheia de elegância e sobriedade. Também gostei da história, simples e muito bem contada. No entanto, fiquei sempre à espera de algo mais...algo mais que não aconteceu nesta história e que eu esperava que acontecesse. Não sei definir o que é que esperava e não tenho na minha imaginação possíveis finais para lhe dar, o que é ainda mais estranho. Claro que tenho, mas não tenho nenhum que possa dizer: "Sim! Devia ter sido assim!". Não. Não é que não tenha gostado do final, é mais uma sensação de história não terminada, incompleta e demasiado suave. É estranha, esta sensação, pois não é usual nas minhas leituras. 

As personagens são bastante simples, mas complexas, em especial Shimamoto, que é um mistério para todas as outras personagens e para o leitor. No entanto, a que mais me agradou foi mesmo Hajime, o narrador. A sua visão da própria vida e dos acontecimentos acabou por ser aquilo que me agarrou à história, uma vez que se revelou um narrador coerente e interessante. As outras personagens também são importantes para a história, mas não houve nenhuma que me tivesse agarrado por aí além. 

Em relação à história em si, gostei, achei-a interessante exatamente por ser muito simples e sem complexos. Uma verdadeira história oriental, simples, sem floreados, muito clara. Porém, não posso dizer que tenha ficado fascinada. É uma história, que deixa a sua marca, mas que não me fascinou. O romance entre as personagens principais é interessante, magnético e forte, mas não consegui passar o tempo a torcer pelo romance.  

O que gostei mais foi da escrita, daí o narrador ter sido a personagem que mais me agarrou. Gostei da forma simples, discreta, sem complexos com que tudo é posto na narrativa. Não há filtros, o que promove uma leitura bastante madura e profunda. Lê-se muito rapidamente, devido à fluidez da narração e à sua simplicidade. 

Em suma, recomendo a todos os que gostam de uma história de amor, escrita de forma simples, mas mágica.

NOTA (0 a 10): 6

sábado, 3 de março de 2018

City of Heavenly Fire, de Cassandra Clare

Sinopse:

Depois dos acontecimentos passados no livro anterior, City of Lost Souls (A Cidade das Almas Perdidas), Clare, Jace e companhia vêm-se envolvidos na mais perigosa guerra de todas: lutar contra a sua própria espécie. Sebastian criou uma nova taça, cujo feito é transformar Caçadores de Sombras em pérfidos seguidores de Sebastian, com o único desejo de destruir todos os Caçadores de Sombras. Enquanto as fileiras de Sebastian aumentam graças a vários ataques a Institutos, Clare e os amigos tentam descobrir um modo de o fazer parar. 



Opinião: 

O melhor livro da saga d' Os Instrumentos Mortais, sem dúvida. 

Neste livro a autora esmerou-se, trazendo de novo a sua mestria e força que pude encontrar na trilogia As Origens, que é a minha favorita. Tendo em conta que as personagens foram evoluindo bastante ao longo dos livros, é neste que assumem plenamente o controlo das suas fortes características. Finalmente pude ficar com uma ideia mais favorável quanto a Clare, que, mesmo não sendo das minhas personagens favoritas, ganhou um pouquinho neste volume. As outras personagens mantiveram o seu nível e revelaram-se à altura dos acontecimentos. Penso que consegui sentir mais emoção e preocupação pelas personagens neste volume, do que nos anteriores. Isso também está relacionado com o tom muito mais adulto, sombrio e sério deste livro em relação aos anteriores. 

Mas há outro grande fator que me fez gostar muito deste volume: certas personagens d' As Origens voltam a aparecer plenamente neste livro. Uma já tinha aparecido nos anteriores, mas sempre na sua forma de Irmão Silencioso, mas uma ainda não tinha aparecido. E, quando algo acontece à primeira que mencionei aqui neste parágrafo, Oh!, mas o livro e a história tornou-se muito mais emocionante. E claro, quando a outra personagem aparece também é uma alegria. 

A história é muito mais sombria, mais perigosa. Os laços entre as personagens tornam-se mais apertados e deixa de haver tanto espaço para o romance adolescente e para outras brincadeiras do género, que fizeram parte dos livros anteriores. Isso fez com que sentisse uma maior solidez e seriedade neste livro, o que me agradou bastante. 

O desenrolar da história também está excelente. Cassandra Clare é uma excelente contadora de histórias, muito meticulosa e muito atenta ao drama das personagens. Conseguiu, mais uma vez, dar um cunho imensamente humano e trágico a alguns dos momentos da narrativa, transformando-a numa guerra pela sobrevivência e pelo amor e amizade. Já tinha encontrado isso na outra trilogia. Não encontrei nos outros cinco livros anteriores a este trouxe de novo essa magia. 

Gostei da forma como a autora concluiu a história. Muita ação, muita emoção e, sobretudo, muito amor. Amor na sua forma plena. Porque, no fundo, esta é uma história de amor. Não apenas de romance. Não. É uma história de amor, em que tudo é feito por amor. Penso que a autora escolheu o melhor caminho para as personagens percorrerem, todas elas. É uma boa história. 

Em suma, a saga Os Instrumentos Mortais pode não ser das minhas favoritas, mas terminou maravilhosamente, mostrando um pouco daquela magia maravilhosa que encontrei quando li a trilogia As Origens. Um livro recheado de tudo o que uma boa história deve ter, que recomendo a todos os que gostam de Fantasia, magia, ação, emoção e amor. 

NOTA (0 a 10): 10

quarta-feira, 21 de fevereiro de 2018

Vencedor do passatempo "A Filha do Gelo"

Olá !

Obrigada a todos os que participaram neste passatempo. Continuem a ser seguidores, porque haverá mais passatempos em breve! 



O/a vencedor/a foi:

2 - Sofia (...) Rocha

Parabéns à vencedora =) 
E também o meu obrigada à Chiado, que permitiu o passatempo!