Sinopse:
Há séculos, quando a magia habitava a Inglaterra, houve um mago que se distinguiu entre todos os outros. Chamou-se Rei Corvo, foi criado por fadas e, como nenhum outro, soube conjugar a sabedoria desses seres com a razão humana. Só que tudo se alterará a partir do momento em que um rei louco e alguns poetas mais arrojados fazem com que a Inglaterra deixe de acreditar na magia. O que acontecerá até meados do século XIX, quando o solitário Senhor Norrell, de Hurtfew Abbey, que faz andar e falar as estátuas da catedral de York, acredita que poderá ajudar o governo de Sua Majestade na guerra contra Napoleão.
Já em Londres, Norrell, encontrará Jonathan Strange, um jovem, rico e brilhante (mas também arrogante), que descobre por acaso que é um mago, tornando-se seu discípulo. Os feitos de ambos hão-de maravilhar a velha Inglaterra. Até ao momento, no entanto, em que a parceria, que parecia destinada ao sucesso, virará rivalidade. É que, fascinado pela figura sombria do Rei Corvo e atraído pela sua "insensata busca" por magias há muito esquecidas, Jonathan haverá de pôr em causa tudo o que Norrell mais estimava.
Jonathan Strange e o Sr. Norrell é, pois, um romance "elegante, mordaz e absolutamente arrebatador", envolvido em grande mistério e beleza que agarra o leitor até à última página.
in Goodreads
Opinião:
Tentei gostar muito...eu tentei...
Há vários anos que pretendia ler este livro, porque pareceu-me mesmo que era algo que eu ia gostar. Li grandes opiniões sobre ele e fazia uma ideia mesmo diferente do que me esperava. Não consegui gostar e o que mais me aborreceu foi o facto de estar sempre a espera de gostar. Sempre que virava uma página pensava: "Ah, vai ser agora que isto vai melhorar!", e por vezes lá melhorava, havia uns laivos de ação e ambientes muito muito interessantes, e depois, depois voltava tudo ao mesmo.
É daqueles livros que tenho mesmo a sensação que podia ter gostado muito se fosse diferente. Achei-o muito parado na maior parte do enredo. Não conseguiu entrar na história, tentei mas não consegui. Não consegui sentir nada pelas personagens, a não ser um bocadinho pelo Strange e pela Arabella.
Toda a Faerie e a Casa da Esperança Perdida parecia-me tão interessantes, tão bem estruturadas... e acredito que estejam, mas é como já disse, não me convenceu. Talvez por estar habituada a livros com magia em que há muito mais ação. A prosa retórica, toda a conversa sobre outros autores e outros livros tudo isso fez com que eu não conseguisse entrar na história. Gostei da parte histórica, pois é um aspeto interessante ao longo do livro, uma vez que me deu uma visão diferente desses factos verídicos.
O enredo está intrincado e bem interessante, mas falta lá algo, a meu ver, mais ação. O Fiacha avisou-me, mas nunca pensei que fosse assim. Gostei muito do final, foi quando realmente senti alguma coisa pelas personagens, algo que gostava de ter sentido ao longo de toda a história e que me foi impossível.
O livro é bom, não digo o contrário, mas eu não gostei muito. É como diz as estrelas "its ok". Yeah, true. É fixe, tem uma boa intriga, é confuso (algo que me atrai nos livros), tem personagens interessantes, tem ambientes soberbos, principalmente os de Faerie, a Estrada do Rei, e isso tudo. A história do Rei Corvo também me interessou e gostava de a ter visto mais desenvolvida. A parte "mundana" do enredo foi o que mais me chateou. Estava à espera de mais magia! =)
Há séculos, quando a magia habitava a Inglaterra, houve um mago que se distinguiu entre todos os outros. Chamou-se Rei Corvo, foi criado por fadas e, como nenhum outro, soube conjugar a sabedoria desses seres com a razão humana. Só que tudo se alterará a partir do momento em que um rei louco e alguns poetas mais arrojados fazem com que a Inglaterra deixe de acreditar na magia. O que acontecerá até meados do século XIX, quando o solitário Senhor Norrell, de Hurtfew Abbey, que faz andar e falar as estátuas da catedral de York, acredita que poderá ajudar o governo de Sua Majestade na guerra contra Napoleão.
Já em Londres, Norrell, encontrará Jonathan Strange, um jovem, rico e brilhante (mas também arrogante), que descobre por acaso que é um mago, tornando-se seu discípulo. Os feitos de ambos hão-de maravilhar a velha Inglaterra. Até ao momento, no entanto, em que a parceria, que parecia destinada ao sucesso, virará rivalidade. É que, fascinado pela figura sombria do Rei Corvo e atraído pela sua "insensata busca" por magias há muito esquecidas, Jonathan haverá de pôr em causa tudo o que Norrell mais estimava.
Jonathan Strange e o Sr. Norrell é, pois, um romance "elegante, mordaz e absolutamente arrebatador", envolvido em grande mistério e beleza que agarra o leitor até à última página.
in Goodreads
Opinião:
Tentei gostar muito...eu tentei...
Há vários anos que pretendia ler este livro, porque pareceu-me mesmo que era algo que eu ia gostar. Li grandes opiniões sobre ele e fazia uma ideia mesmo diferente do que me esperava. Não consegui gostar e o que mais me aborreceu foi o facto de estar sempre a espera de gostar. Sempre que virava uma página pensava: "Ah, vai ser agora que isto vai melhorar!", e por vezes lá melhorava, havia uns laivos de ação e ambientes muito muito interessantes, e depois, depois voltava tudo ao mesmo.
É daqueles livros que tenho mesmo a sensação que podia ter gostado muito se fosse diferente. Achei-o muito parado na maior parte do enredo. Não conseguiu entrar na história, tentei mas não consegui. Não consegui sentir nada pelas personagens, a não ser um bocadinho pelo Strange e pela Arabella.
Toda a Faerie e a Casa da Esperança Perdida parecia-me tão interessantes, tão bem estruturadas... e acredito que estejam, mas é como já disse, não me convenceu. Talvez por estar habituada a livros com magia em que há muito mais ação. A prosa retórica, toda a conversa sobre outros autores e outros livros tudo isso fez com que eu não conseguisse entrar na história. Gostei da parte histórica, pois é um aspeto interessante ao longo do livro, uma vez que me deu uma visão diferente desses factos verídicos.
O enredo está intrincado e bem interessante, mas falta lá algo, a meu ver, mais ação. O Fiacha avisou-me, mas nunca pensei que fosse assim. Gostei muito do final, foi quando realmente senti alguma coisa pelas personagens, algo que gostava de ter sentido ao longo de toda a história e que me foi impossível.
O livro é bom, não digo o contrário, mas eu não gostei muito. É como diz as estrelas "its ok". Yeah, true. É fixe, tem uma boa intriga, é confuso (algo que me atrai nos livros), tem personagens interessantes, tem ambientes soberbos, principalmente os de Faerie, a Estrada do Rei, e isso tudo. A história do Rei Corvo também me interessou e gostava de a ter visto mais desenvolvida. A parte "mundana" do enredo foi o que mais me chateou. Estava à espera de mais magia! =)
NOTA (0 a 10): 5
