quarta-feira, 25 de maio de 2016

Divulgação - Príncipe dos Espinhos, de Mark Lawrence

Chegou a Portugal um dos livros mais esperados para quem é fã de Fantástico!!! 




Sinopse:


Com apenas 9 anos, numa emboscada planeada pelo inimigo para erradicar a descendência real, o príncipe Jorg Ancrath é atirado para dentro de um espinheiro, onde fica preso, com espinhos cravados na sua carne, a ver, impotente, a mãe e o irmão mais novo a serem brutalmente assassinados. De alma destruída, sedento de sangue e de vingança, Jorg foge da sua vida luxuosa e junta-se a um bando de criminosos e mercenários, a quem passa a chamar de irmãos. Na sua mente há apenas um pensamento, matar o Conde de Renar, o responsável pelas mortes da mãe e do irmão, pelas suas cicatrizes e pela sua alma vazia. Ao longo de quatro anos, Jorg cresce no seio de batalhas sangrentas, amadurece em guerras impiedosas, tornase um guerreiro cruel e vai ganhando o respeito dos seus irmãos até que se torna o seu líder. Agora, um reencontro vai levá-lo de volta ao castelo onde cresceu e ao pai que abandonou. O que vai encontrar não é o mesmo sítio idílico de que se lembra, mas o príncipe que agora retorna também não é mais a inocente criança de outrora, é o Príncipe dos Espinhos.


Autores fabulosos e publicações importantes têm uma palavra a dizer:


«Absolutamente fantástico... de cortar a respiração. Um livro negro que nos puxa para dentro dele.» Robin Hobb, autora bestseller do New York Times 


«O melhor livro que li em muitos anos. [Lawrence] prende-nos nos seus livros e não nos liberta mais.» Peter V. Brett, autor bestseller do New York Times


 «Mórbido e emocionante, um conto fantástico e corajoso.» Publishers Weekly



Sobre o autor:

Mark Lawrence é um escritor britânico e investigador no campo da inteligência artificial, tendo já colaborado com os governos norte-americano e britânico. Estreou-se na escrita com Príncipe dos Espinhos, em 2011, obra que o colocou entre os finalistas do Prémio Goodreads para Melhor Livro Fantástico em 2011, entre outras importantes nomeações. Este é o primeiro livro da Trilogia dos Espinhos, composta ainda por Rei dos Espinhos e Imperador dos Espinhos, também finalistas do prémio Goodreads nos anos seguintes. Traduzido em mais de 20 línguas. 

Saiba mais sobre o autor em www.marklawrence.buzz

Príncipe dos Espinhos | 320 pp. | 17,69€ | Saída a 23 de maio

Informações presentes em: Editora Topseller

segunda-feira, 23 de maio de 2016

O Grito da Terra, de Sarah Lark

Sinopse:

A infância de Gloria acaba abruptamente quando a família decide enviá-la para um internato na Grã-Bretanha com a prima Lilian. Embora Lilian se adapte muito bem aos costumes que regem o Velho Mundo, Gloria deseja voltar a todo o custo à terra que a viu nascer, e para o conseguir elabora um plano audacioso.

O sentimento profundo que a impede de regressar a casa vai marcar o seu destino e transformar Gloria numa mulher bem mais forte.

Com O Grito da Terra, Sarah Lark encerra a Trilogia da Nuvem Branca. Nas suas páginas assistimos ao desenrolar da história de amor, das aventuras, do exotismo e da paixão de várias gerações das famílias Warden e O'Keefe. (in Marcador)


Opinião:

Este é o terceiro livro da Trilogia da Nuvem Branca e é mais uma obra da literatura. Penso que ninguém fica indiferente à beleza das palavras e da história que Sarah Lark escreveu, porque seria ficar indiferente à História do nosso mundo e à sua evolução. É ainda uma maneira fantástica de ficar a conhecer mais sobre uma realidade que nem sempre é muito divulgada. Pessoalmente, não conhecia muitas informações sobre a Nova Zelândia e a sua História, apenas que era um dos país para onde iam muitos deportados e fugitivos. Também não sabia muita coisa sobre maoris. Não estou com isto a querer afirmar que fiquei a saber tudo, mas sei que fiquei a saber muito mais do que aquilo que sabia e pude aprender factos históricos muito interessantes com a leitura desta trilogia.

Porém não é só nesta vertente que temos aqui uma história excelente. Toda a escrita, o enredo, as personagens...são todos elementos fulcrais e únicos, que tornam esta história única e inimitável. Não esquecerei estas personagens, que tive o prazer de acompanhar ao longo de décadas da sua vida através destes três livros. Foi com interesse que as acompanhei e que torci com elas em relação às suas aventuras. 

Neste livro encontramos as personagens já mais velhas e acompanhamos principalmente as bisnetas de Gwyn, Lilian (filha de Elaine e Tim, uns dos protagonistas do segundo livro) e Gloria (filha de Kura e William, outros protagonistas do segundo livro). 

Gloria, uma jovem meio maori meio inglesa, vê a sua ambição enquanto herdeira e moradora de Kiward Station, em perigo quando é enviada pela mãe, Kura, para um colégio de artes em Inglaterra. Muito tímida e reservada, Gloria não se dá bem no colégio e nem com a ajuda da sua prima, Lilian, que também vai para o colégio para acompanhar Gloria, consegue superar as atrocidades de que é vítima. Sem amigos e sozinha, Gloria só tem um desejo: voltar a casa, a todo o custo.

Lilian, mais nova do que Gloria, é o oposto desta. Vivaça, faladora e nada tímida, logo se relaciona com todas as colegas e muitas vezes salva Gloria de situações mais delicadas. Com uma mente romântica e um desejo enorme de conhecer o amor da sua vida. Lilian cedo começa à procura do seu príncipe encantado, acabando por o encontrar à primeira, descobrindo posteriormente que é alguém que lhe está proibido. 

No entanto, também acompanhamos outra personagem muito importante: Jack, o filho de Gywn e James. Jack, um rapaz com um coração enorme, descobre o seu amor em Charlotte Greenwood, mas depois de alguns acontecimentos, vê-se forçado a partir para a guerra, acabando por ir parar a Galípoli, onde houve uma das batalhas mais sangrentas da Primeira Guerra. 

Gostei imenso de reencontrar as personagens e de voltar a estar com elas. Gostei muito de Lilian, Jack e Gloria, se bem que também tenha gostado de Charlotte e Ben, bastante, e ainda de Roly, o ajudante de Tim e Jack. Todas as personagens são únicas e fundamentais, e as relações que se estabelecem entre si não podiam ser diferentes. Todas fazem parte do todo e formam um belíssimo quadro que se conjuga na totalidade para formar um enredo rico e complexo. Claro que gostei das personagens presentes nos outros livros. 

Também gostei da maneira como a história das personagens se cruzou com os acontecimentos daquela época, nomeadamente a Primeira Guerra. As descrições e ações das personagens, locais e batalhas, estão excelentes e fortes, dando ainda mais credibilidade ao enredo. Foram momentos de grande tensão, muito bem escritos. 

Outro aspeto que muito me agradou foi a forma como a evolução aconteceu ao longo da trilogia. As modas, as mentalidades, a educação, a medicina, a arte...todos os aspetos sociais que foram evoluindo de modo visível ao longo dos livros e que servem de estudo sobre a nossa sociedade ao longo do tempo. A forma como as personagens se adaptam às modas e crescem com a evolução das mentalidades está perfeita. Desde as personagens femininas a comentarem e apreciarem os vestidos e penteados mais curtos e as calças, até à ida das mulheres para a Universidade e à criação de cursos superiores relacionados com a cultura maori. 

Apreciei imenso a forma como a autora entrelaçou as histórias das personagens e como apresentou o final. Foi um bom final, bonito e épico. Acho que encontrou todo o equilíbrio que havia para encontrar e fê-lo muito bem. 

Este livro está melhor do que o segundo, a meu ver, mas para mim, o primeiro foi o melhor de todos. Um começo forte e memorável, que passa por um segundo volume mais calmo e delicado e que desagua num épico final, cheio de emoções fortes e de temas controversos e fortes. Sem dúvida, estamos perante uma das melhores trilogias da atualidade, que é completamente obrigatória para qualquer leitor que aprecie uma história bem contada, rica e complexa.

Recomendo sem reservas a todos os que gostam de bons livros e de viver as emoções de uma boa história!
A editora Marcador tem imenso mérito por ter "agarrado" uma autora fabulosa. Muito bem! Continuem a apostar em Sarah Lark! E também quero mencionar o excelente design da capa e do interior. 

NOTA (0 a 10): 10

domingo, 15 de maio de 2016

O Ciclo Pendragon - Graal, de Stephen Lawhead

Sinopse:

A seca, a peste e a guerra deixou a Ilha dos Poderosos arrasada e o seu coração, o amado Artur, gravemente ferido. Mas, espantosamente, o Rei Supreme vive - as suas feridas são saradas e o seu vigor restabelecido por uma sagrada e secreta relíquia: o Santo Graal.

Em Ynys Avallach, um Artur moribundo foi milagrosamente renovado. O grande Rei quer partilhar os poderes curativos do Graal com todos os que assim o desejem. Mas o mal entrou na corte real sob o disfarce de uma bela donzela. Sem o conhecimento de Artur, forças malévolas seduzem o mais leal campeão do rei. Graal é roubado, desaparecendo algures nas profundezas do desconhecido.

Artur enfrenta agora o maior desafio ao seu poder: uma jornada para recuperar o Graal perdido. (in Goodreads)




Opinião:

Esta é uma das sagas mais belas que tenho tido oportunidade de ler. Depois de ter lido os anteriores através da biblioteca, foi com grande prazer que descobri este exemplar na Feira do Livro de Setúbal há uns anos, sendo assim o único de seis livros fantásticos que se encontra nas prateleiras. E, depois de tanto tempo há espera, este exemplar foi lido. 

Depois do quarto livro, Pendragon, e do final misterioso e um tanto atordoador, fiquei num hiatus entre a leitura desse e deste, Graal. Ainda bem, porque tornou este livro ainda mais "doce". Foi como um elixir de beleza de encanto que me veio parar às mãos e tornei a embrenhar-me naqueles bosques, naquelas intrigas tão bem elaboradas e escritas com uma grande beleza e reencontrar personagens tão brilhantes como Artur e Merlin. 

Neste volume a história é narrada por Gwalchavad (Galahad, noutras histórias arturianas), ainda parente de Morgana, é um dos amigos leais de Artur. Depois das guerras com os povos invasores, da recuperação milagrosa de Artur e da seca, este e os outros amigos vêm-se a braços com uma nova aventura: dar a conhecer o Graal a todos e protegê-lo, inaugurando assim o Reino do Verão, o grande objetivo de toda a saga, profetizado por Taliesin no primeiro livro. Porém, cedo começam a ver que algo está estranho e a outra narradora da história começa e tecer a sua teia, se bem que não apareça diretamente no livro: Morgana. 

Personagens maravilhosas, ricas e complexas, que é sempre um prazer reencontrar, ajudaram mais uma vez a criar uma história fantástica. Nesta história deixam-se de lado as guerras mais mundanas e o foco principal passa a estar relacionado com o Graal e todos os seus poderes. Não há tantas personagens como nos outros livros, mas as que estão presentes continuam no seu melhor: Artur, Merlin, Avallach, Charis, Morgana...todos elas estão muito bem, mesmo que nem todas tenham o mesmo destaque que noutros livros da saga. Artur e Merlin continuam no centro de tudo, com especial atenção para Llenlleawg (Lancelot) e Morgaws. 

O enredo é mais dado ao mistério e à magia. As personagens partem numa demanda perigosa pelo meio de caminhos obscuros e repletos de misteriosos e horrendos desafios, que vão aparecendo de repente e que muito servem para demonstrar a capacidade imaginativa do autor, bem como a sua audácia quanto ao mistério e ao suspense. O clima de suspeita e mistério está presente durante todo o livro e o dei por mim sempre na expectativa, a querer saber o que vinha a seguir e a estabelecer teorias. 

As descrições continuam perfeitas, transpirando harmonia e beleza, mas também uma força assustadora nos momentos mais tensos. Mais uma vez, o autor cria o ambiente certo, faz as descrições certas, através de uma linguagem rica e elaborada, épica. É como se o leitor estivesse junto das personagens. 

Em suma, é mais um belíssimo romance fantástico de Stephen Lawhead. Recomendo sem reservas a todos os que gostam de um bom livro. Para quem gosta das lendas arturianas então é um autêntico doce que se derrete na boca. 

NOTA (0 a 10): 10

sexta-feira, 13 de maio de 2016

Leonor de Aquitânia- A Rainha do Verão, de Elizabeth Chadwick - Divulgação

Já saiu um dos livros mais esperados do ano: Leonor de Aquitânia. A Rainha do Verão, da grande autora do Romance Histórico, Elizabeth Chadwick, de quem já tive o prazer de ler Sombras e Fortalezas. 

Este livro, encontramos a jovem Leonor de Aquitânia, que torna-se herdeira de um dos reinos mais prósperos da altura (1137). Sendo forçada a ir para Paris para casar com o príncipe herdeiro Luís VII, Leonor vai-se adaptando, até que o rei morre, tornando-se assim Rainha de França. No meio de intrigas imensas entre a Corte e o Clero, com apenas 13 anos, Leonor tem muito para aprender. 

Neste primeiro volume de uma trilogia sobre esta Rainha, descobrimos uma história repleta de segredos e História, numa fascinante viagem pela Idade Média. 





"Reconhecida pela profundidade dos seus romances históricos, Elizabeth Chadwick relata-nos uma guerra dos sexos através dos olhos de uma grande mulher." - New York Post

"Vai sentir-se a entrar numa viagem magistral!" - Daily Telegraph



Leonor de Aquitânia. A Rainha do Verão já se encontra nas livrarias (Edições Topseller, 480 páginas, 21,98 euros). Podem ler as primeiras páginas aqui

As Horas Invisíveis, de David Mitchell

Sinopse:

Holly Sykes foge de casa dos pais para viver com o namorado. Embora pareça uma típica adolescente inglesa, é propensa a fenómenos paranormais. Durante a fuga, conhece uma mulher estranha que a alicia com um gesto amável em troca de asilo. Décadas depois, Holly compreende por fim que espécie de asilo a mulher procurava…

Este thriller empolgante de David Mitchell, aclamado autor de Atlas das Nuvens, acompanha a vida atribulada de Holly numa série de eventos que se cruzam por vezes de maneira indizível, pondo-a no centro de uma intriga perigosa jogada nas margens do mundo e da realidade. Dos Alpes suíços da Idade Média ao interior australiano do século XIX, culminando num futuro próximo distópico, As Horas Invisíveis é um romance caleidoscópico que nos oferece uma alegoria do nosso tempo. (in Goodreads)




Opinião:

Depois de ler Cloud Atlas - Atlas das Nuvens, estava à espera de gostar de todos os livros deste autor, porque a história em Cloud Atlas é tão diferente do que tenho lido, tão original e até mirabolante, que eu pensei que tudo o que o autor escrevesse seria assim: uma lufada de ar fresco e uma obra de originalidade. Enganei-me. 

Não retiro mérito algum ao livro. Ele tem os seus pontos fortes e compreendo quem gosta da história (eu queria ter gostado). O livro não é mau, de modo algum. É interessante e tem uma premissa original e excelente. A sinopse é maravilhosa e eu pensei mesmo que ia gostar. Mas eu não consegui gostar. E vou explicar porquê.

Quanto às personagens, comecei por gostar de todas. São interessantes, todas elas, cheias de complexidade. Foi o que mais gostei em todos o livro. Não era novidade nenhuma a capacidade de criação de personagens complexas e únicas e aqui não fiquei desiludida. 

Em relação ao contexto, também tenho a dizer que é bom. Começa cheio de ação, com muito mistério à mistura, até um tanto de thriller e tudo. Mas depois senti que a história começou a esmorecer um pouco. A força do início não continuou depois da primeira parte. Com alguns momentos altos depois dessa parte, até ao final foi algo linear e que não me surpreendeu. Estava à espera de mais ação e de mais originalidade. 

Depois há a linguagem. Acho que foi o que menos gostei. Não gostei muito da linguagem coloquial, achei que não era necessário. Se foi para dar mais veracidade ao livro, não fiquei convencida. Isso foi mudando ao longo da história, o que melhorou um pouco o contexto e o conteúdo, a meu ver. 

Toda a parte fantástica está interessante, mas estava à espera de mais. De muito mais. Estava à espera de um mistério mais denso, mais profundo e mais complexo. Acabou por não ser nada disso. 

Espero ler outros livros do autor, uma vez que gostei tanto do Cloud Altas, que tem uma beleza tão grande, que é como que uma fábula sobre o mundo e tudo o que nos rodeia, com ideais e carisma. 

Em suma, recomendo àqueles que gostam de David Mitchell e aos que gostam de experimentar autores ousados. Esperava mais deste livro e queria ter gostado dele. 

NOTA (0 a 10): 3

sábado, 7 de maio de 2016

Resultado do passatempo O Arquimago

Aqui está o resultado do passatempo:





19 - Telma Sofia

Parabéns à vencedora e obrigada a todos os que participaram. Continuem a seguir porque haverá mais passatempos em breve! 

A vencedora será agora contactada por e-mail. 

Obrigada também à Chiado Editora por ter possibilitado este passatempo!


Passatempo fechado



Aviso a todos que o passatempo O Arquimago está fechado. Em breve farei um post com o resultado. Obrigada a todos aqueles que participaram e divulgaram =)